Toxicologia Forense

Como Age a Toxicologia Forense na Identificação de Venenos em Pets (GC-MS / LC-MS)?

30/05/2026
Publicado por Dr. Atilio S. Calefi

Para provar em juízo que um animal foi vítima de intoxicação criminosa, a simples suspeita clínica ou laudo presuntivo não é suficiente. O tribunal exige a **identificação química quantitativa e qualitativa** inequívoca da molécula tóxica causadora do dano.

As Metodologias Analíticas de Ponta na Perícia

Os laboratórios forenses empregam tecnologias analíticas de altíssima sensibilidade e especificidade:

  • Cromatografia Gasosa Acoplada à Espectrometria de Massas (GC-MS): Padrão-ouro para identificação de compostos voláteis e semivoláteis, como carbamatos (chumbinho), organofosforados e estricnina.
  • Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (LC-MS/MS): Utilizada para detectar raticidas anticoagulantes de segunda geração (brodifacoum, bromadiolona) e alcaloides vegetais em concentrações de partes por bilhão (ppb).
Referência Científica:

Fukushima AR et al. Development, Optimization, and Validation of Forensic Analytical Method for Quantification of Anticholinesterase Pesticides in Biological Matrices from Suspected Cases of Animal Poisoning. Toxics, 2022;10(5):. DOI: 10.3390/toxics10050269.

Acessar Artigo Original no PubMed (PMID: 35622682)
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Prof. Dr. Atilio Sersun Calefi
Sobre o Autor

Prof. Dr. Atilio Sersun Calefi

Pós-Doutor em Farmacologia Veterinária pela USP. Médico Veterinário e Biólogo. Consultor de toxicologia, farmacologia e patologia forense. Coordenador da CSVET Editora e preceptor.

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